Tenho uma alma vulgar e fechada, falo em paradoxo constante, sou miticamente errado e sei disso, e nem se quer por um minuto penso que poderia voltar atrás, não julgo, afinal, quem sou eu para julgar os que me julgam? Sou errado, mas não me permito errar, não minto, nem quando necessário, prefiro a verdade, até mesmo que ela faça com que alguém morra. Eu também amo, eu também sinto, mas quem precisa ver? Quem precisa sentir além de mim? Ninguém, a solidão me pertence e eu pertenço a isso, sou uma rocha, rocha opaca, oca, que por sinal se destrói, que se esvai e se preenche, preenche de nada. Sou vazio, morto, sou lixo, mas também sou algo, algo que não se explica.
(Tentarei estar postando todos os dias, mas com os novos horários, tentarei sim encontrar tempo. Fica ai um de meus textos favoritos, espero que gostem.)
terça-feira, 26 de maio de 2009
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